Imagem Pessoal: Sua Ferramenta Poderosa de Conexão

Roupa, cabelos, acessórios, gestual… Tudo isso é linguagem. A sua imagem pessoal transmite uma mensagem para o mundo. Mas, por falar em linguagem, será que você está falando o mesmo idioma que a sua audiência?

Da mesma forma que não adianta eu querer me comunicar em português com alguém que só fale o inglês, alemão, francês, italiano, japonês… a sua imagem pessoal e a sua audiência precisam falar a mesma língua.

Isso quer dizer que, a cada ambiente que eu frequentar, vou precisar mudar meu estilo, minha maneira de me vestir, etc? Não, nada disso. Até porque você estaria criando um personagem e perdendo a sua essência – o que enfraqueceria a sua marca pessoal.

Vamos entender isso melhor agora mesmo.

Bem Vestida Demais (Caso Real)

Conheci uma super executiva da área de Relações Humanas que costuma se vestir sempre num estilo mais moderno. Ela concorreu a um cargo que queria muito, em uma empresa do setor agrícola, mas não ficou com a vaga.

Ao pedir um feedback sobre o que tinha acontecido, a empresa disse a ela: “sinto muito, você é ‘glamourosa’ demais para o cargo”.

Realmente, em um setor que lida com pessoas mais simples e em posições nas quais os colaboradores precisam ter uma forte conexão com o RH, estilos como o tradicional e o moderno não são muito bem-vindos.

Isso porque esses estilos transmitem uma sensação de que a pessoa é superior e um pouco inatingível. Esse efeito poderia ser amenizado com peças do guarda-roupa de um segundo estilo, como o natural/esportivo, ou o romântico, por exemplo.

Conexão no Dia a Dia

Para que a sua imagem pessoal gere conexão com o seu interlocutor (sua audiência, seu cliente ideal, pessoas em uma reunião de negócios, plateia em uma palestra, etc.), sem deixar de inspirar, ela precisa estar um leve tom acima.

Vamos imaginar um esportista que vai dar uma palestra para empreendedores, ele pode usar peças do estilo natural/esportivo (jeans, camiseta…), misturadas com peças do estilo tradicional (blazer, camisa, sapato social…).

Já uma modelo, adepta ao guarda-roupa moderno, que vai participar de uma reunião de negócios para representar uma marca, por exemplo, vai transmitir muito mais profissionalismo e gerar conexão se misturar peças de alfaiataria ao look do dia.

Alguém cujos clientes sejam do mercado de alto luxo… Não tem jeito, usar acessórios ou peças de grife, vai gerar uma maior conexão. Nesse sentido, menos é mais. Se não quiser investir muito, tenha poucas e boas peças (principalmente acessórios).

Já alguém cujo cliente ideal é o público mais popular, dificilmente vai conseguir se conectar usando terno, gravata, tubinho, ou roupas ultra glamourosas. Aqui vale a mistura dos estilos natural com o elegante, por exemplo.

Regra de Ouro

Nunca esteja muito bem vestido, nem muito mal vestido. O ideal é sua roupa, acessórios, penteado ou corte de cabelo estarem alinhados à sua audiência, sendo que você pode estar levemente mais bem vestido.

Mal vestido, você não receberá credibilidade para ser ouvido.

Bem vestido demais, as pessoas terão a sensação de que você é distante, inatingível, ou até mesmo arrogante.

Vale lembrar que a sua imagem é responsável por 55% da primeira impressão sobre você e só 7% é aquilo que você diz (explico nesse texto). Ou seja, primeira impressão equivocada, adeus conexão!

Para que isso não aconteça e para que você tenha uma imagem pessoal que te ajude a se conectar, mesmo em um lugar de destaque, com uma marca pessoal forte e reconhecida, precisa conhecer o curso Persona Protagonista.

Neste curso, você vai aprender e dominar as principais técnicas para ter uma imagem pessoal que vai te ajudar a se destacar da multidão e influenciar pessoas.

Um beijo e até mais!

Dani Almeida

Jornalista e Especialista em Imagem